{"id":15,"date":"2019-08-05T16:44:02","date_gmt":"2019-08-05T16:44:02","guid":{"rendered":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/?p=15"},"modified":"2019-08-05T16:44:49","modified_gmt":"2019-08-05T16:44:49","slug":"limites-a-importancia-de-construir-seu-proprio-espaco-pessoal-e-emocional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/limites-a-importancia-de-construir-seu-proprio-espaco-pessoal-e-emocional\/","title":{"rendered":"Limites – a import\u00e2ncia de construir seu pr\u00f3prio espa\u00e7o pessoal e emocional"},"content":{"rendered":"
Tempo de leitura: 3 minutos<\/small><\/p> \n
A palavra “limite” pode nos enganar e passar a ideia de algo que \u00e9 mantido separado. Mas os limites s\u00e3o, na verdade, pontos de conex\u00e3o, pois fornecem regras saud\u00e1veis \u200b\u200bpara navegar em relacionamentos \u00edntimos ou profissionais.<\/p>\n\n\n\n
Ter limites permite que voc\u00ea se torne uma prioridade, seja no autocuidado, nas aspira\u00e7\u00f5es de carreira ou nos relacionamentos. E ao contr\u00e1rio do que muita gente pensa, limites em relacionamentos aproximam mais do que separam, al\u00e9m de ser fundamental para que todos se sintam seguros. <\/p>\n\n\n\n
\u00c9 importante lembrar que limites podem e devem ser flex\u00edveis. N\u00e3o trace seus limites de forma permanente. \u00c9 aconselh\u00e1vel com o passar do tempo refletir e reavaliar limites, caso ache necess\u00e1rio. Por\u00e9m, n\u00e3o se deve confundir flexibilidade com respeito, quando criamos limites para a nossa exist\u00eancia devemos exigir que sejam respeitados, e pensar sobre eles deve ser sempre originado por algo que estamos sentindo, e n\u00e3o por alguma provoca\u00e7\u00e3o exterior. Limites r\u00edgidos e inflex\u00edveis podem causar problemas, por\u00e9m deixar que seus limites sejam ultrapassados ou julgados, para evitar isolamento, s\u00f3 vai fazer voc\u00ea sofrer mais ainda. <\/p>\n\n\n\n
Os limites nos permitem conservar nossa energia emocional.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n Voc\u00ea n\u00e3o precisa ter os mesmos limites para com todos. Ter consci\u00eancia dos seus limites pode ajud\u00e1-lo a ter uma percep\u00e7\u00e3o ampliada de cada situa\u00e7\u00e3o para saber se colocar nelas, tamb\u00e9m pode ajudar a manter a energia suficiente para cuidar de si mesmo. A nossa incapacidade de nos defender do outro \u00e9 o que causa na maioria das vezes ressentimento, afetando nossa autoestima e identidade. Nestes casos, limites podem sim, serem vistos como barreiras de defesa do nosso emocional. <\/p>\n\n\n\n Um exemplo pr\u00e1tico: ajudar um amigo a fazer uma faxina na sua casa nova ou ajud\u00e1-lo a terminar um trabalho para a faculdade, n\u00e3o significa que voc\u00ea tamb\u00e9m tenha a mesma disposi\u00e7\u00e3o para ajudar este amigo em sofrimentos amorosos ou nos seus problemas familiares. Avaliar o quanto cada situa\u00e7\u00e3o pode impactar no nosso estado emocional \u00e9 a uma forma de estabelecer limites. <\/p>\n\n\n\n Limites nos d\u00e3o espa\u00e7o para crescer, mas tamb\u00e9m nos tornam vulner\u00e1veis. Todos n\u00f3s lidamos com sentimentos complexos durante a vida. Quantas vezes nas nossas rela\u00e7\u00f5es sociais estabelecemos limites e logo depois transgredimos eles sem ao menos perceber, seja para ajudar um amigo ou para cumprir uma tarefa de trabalho que percebemos como uma obriga\u00e7\u00e3o faz\u00ea-lo quando n\u00e3o \u00e9! \u00c0s vezes, para nos sentirmos aceitos como pessoas ou como bons profissionais temos a falsa sensa\u00e7\u00e3o que precisamos abrir m\u00e3o de n\u00f3s mesmos e dos nossos limites para estar com o outro. \u00c9 a\u00ed que nos tornamos vulner\u00e1veis. <\/p>\n\n\n\n Conhecer os nossos limites nem sempre \u00e9 f\u00e1cil, \u00e9 necess\u00e1rio autoconhecimento, conhecer sobre o nosso jeito de estar na vida, ter consci\u00eancia de n\u00f3s mesmos, das nossas necessidades emocionais e relacionais.<\/p>\n\n\n\n \u00c1s vezes, precisamos aprender a interagir com as contradi\u00e7\u00f5es que existem dentro de n\u00f3s e tamb\u00e9m no mundo e colocar os devidos limites! Haver\u00e1 momentos que vamos querer ajudar, mas n\u00e3o poderemos, pois significaria, naquela situa\u00e7\u00e3o, ultrapassar os nossos limites pessoais; outras vezes queremos e vamos ajudar, pois estar\u00e1 tudo certo em rela\u00e7\u00e3o ao nosso tempo, energia e disponibilidade interna; e ainda, outras vezes, poderemos sacar que nem sempre \u00e9 um pedido de ajuda ou uma necessidade real, e assim nos protegermos e n\u00e3o estarmos t\u00e3o vulner\u00e1veis nas rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n Em todos esses exemplos, o que mais podemos fazer por n\u00f3s \u00e9 compreender os nossos limites pessoais, para estar com o outro e nas rela\u00e7\u00f5es, de uma maneira saud\u00e1vel e inteira aproveitando cada momento da experi\u00eancia de forma plena, respeitando-se como pessoa, com seus limites e possibilidades. 3 minutos<\/small> A palavra “limite” pode nos enganar e passar a ideia de algo que \u00e9 mantido separado. Mas os limites s\u00e3o, na verdade, pontos de conex\u00e3o, pois fornecem regras saud\u00e1veis \u200b\u200bpara navegar em relacionamentos \u00edntimos ou profissionais. Ter limites permite que voc\u00ea se torne uma prioridade, seja no autocuidado, nas aspira\u00e7\u00f5es de carreira ou nos relacionamentos. E ao contr\u00e1rio do que muita gente pensa, limites em relacionamentos aproximam mais do que separam, al\u00e9m de ser fundamental para que todos se sintam seguros. \u00c9 Continue lendo<\/span>\u2192<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15"}],"collection":[{"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15\/revisions\/18"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/taniaosanipsicologia.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}
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